CNID em serviços mínimos até dia 29

O CNID- Associação dos Jornalistas de Desporto estará com serviços muito reduzidos entre esta sexta-feira, dia 23 de Outubro, e a próxima quinta-feira, dia 29. No dia 30 tudo voltará ao normal.

Pedimos a melhor compreensão de todos nestes próximos dias e solicitamos que os contactos sejam endereçados ao mail habitual, ou seja cnid@cnid.pt.

Panathlon pede responsabilidade aos OCS na difusão de discurso de ódio no desporto

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O Panathlon Clube de Lisboa e o CNID têm sido parceiros em várias realizações, nomeadamente na Ética Summit e ambos defendem valores elevados sobre os comportamentos no Desporto. A propósito das recomendações europeias para combater o discurso do ódio no desporto, o Panathlon, presidido por Mário Almeida, tomou uma posição importante, em que chama a atenção dos meios de Comunicação Social para as suas responsabilidades.
‘O Panathlon Clube de Lisboa saúda a publicação, em 5 de outubro de 2026, das recomendações europeias para o combate ao discurso de ódio no Desporto, elaboradas por um grupo de peritos nacionais no âmbito do Plano de Trabalho da União Europeia para o Desporto 2024–2027, e manifesta o seu apoio à orientação nelas expressa.
O relatório reconhece que o discurso de ódio constitui um problema complexo e transversal, presente desde o desporto de formação até à alta competição, com manifestações nos recintos desportivos e no ambiente digital. Assinala igualmente as dificuldades de denúncia, frequentemente associadas ao receio de represálias, à desconfiança nos mecanismos existentes e à perceção de que denunciar não produz
consequências.
Neste contexto, as recomendações europeias apontam para uma intervenção integrada, destacando-se cinco áreas fundamentais:
• Governação e políticas: reforçar as políticas de prevenção e combate ao discurso de ódio, envolvendo autoridades públicas, organizações desportivas e sociedade civil.
• Denúncia e recolha de dados: assegurar canais de denúncia acessíveis e credíveis e melhorar o conhecimento sobre a dimensão e as manifestações do fenómeno.
• Ambiente digital: enfrentar a propagação do discurso de ódio nas plataformas digitais,
reconhecendo a ligação crescente entre comportamentos online e offline.
• Proteção e apoio às vítimas: reforçar os mecanismos de apoio e proteção, acompanhados de respostas e sanções adequadas.
• Prevenção e educação: promover uma cultura de respeito, com particular atenção às crianças e aos jovens e ao combate ao racismo, à discriminação de género e a outras formas de discriminação.
O Panathlon Clube de Lisboa reconhece nestas orientações uma abordagem necessária, mas considera essencial sublinhar que o combate ao discurso de ódio não se esgota na sua dimensão regulamentar, disciplinar ou de segurança. Estamos perante uma questão central de ética e integridade desportivas.
O Desporto assenta na competição, na emoção e na afirmação de identidades e pertenças. Mas nenhuma dessas características suspende o respeito devido à pessoa. A dignidade humana, o respeito pelo adversário, a igualdade, a inclusão e o fair play são parte constitutiva daquilo que confere ao Desporto a sua dimensão educativa e social.
Quando comportamentos de humilhação, intimidação ou discriminação são tolerados ou normalizados, não atingem apenas as suas vítimas: comprometem também a credibilidade e a integridade do próprio Desporto.
As organizações desportivas têm, neste domínio, uma responsabilidade que ultrapassa a existência de regulamentos e sanções. A sua cultura revela-se nos comportamentos que promovem, nos exemplos que valorizam e naquilo que toleram.
Não agir também comunica. O silêncio, a relativização ou a ausência de resposta perante
comportamentos de ódio podem contribuir para a sua normalização. A responsabilidade institucional exige coerência entre os valores proclamados e as práticas efetivamente adotadas.
1 O relatório foi preparado pelo grupo “Open Method of Coordination (OMC)” “Luta contra o discurso de ódio no desporto.” in Fight against hate speech in sport. O Panathlon Clube de Lisboa considera igualmente indispensável sublinhar a responsabilidade
editorial dos meios de comunicação social, incluindo os grandes órgãos de comunicação, na forma como tratam e difundem manifestações de ódio.
A liberdade de imprensa e o dever de informar são pilares essenciais das sociedades democráticas.
Mas informar sobre o discurso de ódio não é o mesmo que transformá-lo em instrumento de captação de audiências. A repetição desnecessária de expressões ofensivas, a exploração do conflito e a circulação insistente de imagens ou excertos podem amplificar aquilo que se pretende denunciar.

VII dos Prémios Empresariais do Desporto

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Susana Feitor, presidente da Comissão Executiva da Fundação do Desporto e a vice-presidente Anabela Reis

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Ricardo Gonçalves (centro), presidente do Conselho Diretivo do IPDJ, ladeado por Lídia Praça e Carla Silva (vogais do CD) e de Anabela Reis e Susana Feitor – o IPDJ foi uma das. Instituições distinguidas

O Espaço Montes Claros, em Lisboa, recebeu a VII Gala dos Prémios Empresárias do Desporto, na quinta-feira dia 15 de Outubro, juntando desportistas, dirigentes, empresários. A organização foi da Fundação do Desporto e da Fundação Patrocina un Deportista.

Pedro Dias, secretário de Estado do Desporto, presidiu à gala, que juntou muitas figuras do desporto, de Fernando Gomes, presidente do Comité Olímpico, a presidentes de federações (Domingos Castro, entre outros), ou antigos atletas (Filipa Cavalleri, por exemplo), ou atletas como Patrícia Mamona, Mariana Machado, Luísa Gameiro e diversos dirigentes empresárias, nomeadamente de empresas ligadas ao patrocínio de desportistas. “É muito importante que as empresas se associem ao desporto e aos atletas e que sintam essa responsabilidade e tirem o lucro correspondente “, disse Susana Feitor, presidente da FdD.

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José Carlos Lima, do PNED, e Manuel Queiroz, do CNID

Faleceu Pinto de Carvalho

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António Pinto de Carvalho

António Manuel Alves Pinto de Carvalho morreu neste domingo, 28 de Setembro de 2026, em Vila do Conde, com 78 anos.

Nascido em Moçambique, onde se iniciou no ofício, em 1967, Pinto de Carvalho veio para Porrugal após o 25 de Abril e entrou na redação de ‘O comércio do Porto” em janeiro de 1977, no ano em que se fez sócio do Sindicato dos Jornalistas. Em 1980 ingressou no “Diário de Notícias”, onde fez carreira durante 17 anos, tendo assumido cargos como coordenador, chefe de equipa e editor-adjunto.

A carreira ativa como jornalista terminou-a no jornal desportivo “O Jogo”, em 2009, entre tantos outros e tantos bons cujo nome foi incluído no primeiro de três despedimentos coletivos do grupo, então Controlinveste, que detinha o DN, o JN, o Jogo e a TSF, entre outros títulos. Pinto de Carvalho reformou-se em 2013, explica a notícia publicada pelo Sindicato dos Jornalistas, de que foi sócio até ao fim da vida .

Pinto de Carvalho era militante do PCP, cuja secção da Póvoa do Varzim emitiu uma nota de pesar em que sublinha que o Jornalista chegou a ser candidato nas listas do partido em vários processos eleitorais.

O jornalista Jorge Barbosa, que se cruzou com Pinto de Carvalho no DN, diz que se tratou de ‘um grande profissional, culto, disponível para ajudar, interessado pelos jovens’, sublinhando a gratidão por ter ‘aprendido muito com ele’.

À família, sobretudo à mulher e aos filhos, o CNID apresenta as mais sentidas condolências.

(Inclui informação publicada no site do Sindicato dos Jornalistas, que publicamos com a devida vénia)

Football Summit. O jornalista nunca está de folga

 

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Ornstein, Seb e Laura no palco principal do Football Summit, na Cidade do Futebol

David Ornstein, Seb-Stafford Bloor, ambos jornalistas do The Athletic, e Laura Williamson, moderadora da conversa e a editora deste site do desporto do New York Times, descreveram no palco principal do Football Summit os seus dias durante as janelas de transferências futebolísticas. Continuar a ler →

ERC dá razão a O Jogo na queixa contra o Sporting CP

Deliberação+ERC-2026-245+(DJ)

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deu razão a O Jogo na queixa que apresentou contra o Sporting CP em Fevereiro passado.
O jornal queixou-se de ter sido negado o acesso de uma equipa de reportagem ao Sporting-FC Porto em basquetebol. Como o CNID denunciou na altura, na sequência das notícias publicadas por O Jogo, o Sporting não gostou de uma notícia publicada em O Jogo sobre a possível transferência do futebolista Hjulmand para o Atletico de Madrid no mercado de inverno e resolveu impedir o acesso da equipa de O Jogo a partida da Liga de basquetebol. O clube anunciou mesmo um corte de relações com o jornal na altura.

A deliberação do Conselho Regulador não deixa dúvidas:

’1. Considerar procedente a queixa apresentada, porquanto a recusa de acesso pelo
Denunciado [Sporting CP] consubstancia, no caso vertente, e pelas razões expostas na presente
deliberação, uma decisão que desrespeita as regras em matéria de direito de acesso
fixadas nos artigos 9.º e 10.º do Estatuto do Jornalista.
2. Instar o Denunciado a, de futuro, dar cumprimento cabal as regras fixadas nos
artigos 9.º e 10.9 do Estatuto do Jornalista, em matéria de direito de acesso dos
jornalistas.
3. Recordar que o impedimento da entrada ou permanência de jornalistas para fins de
cobertura informativa, quando praticado com o intuito de atentar contra a liberdade
de informação e verificados os demais pressupostos previstos na lei, pode integrar
o crime de atentado à liberdade de informação previsto no artigo 19.º do Estatuto
do Joralista.’

CNID em serviços mínimos até dia 14

Como já é habitual, nas duas primeiras semanas de Setembro o CNID – Associação dos Jornalistas de Desporto estará em serviços mínimos, em razão de férias, para o que pedimos a melhor compreensão de todos.
Quem quiser contactar os serviços do CNID deve fazê-lo sobretudo por mail e a resposta pode não ser tão pronta como habitual. A partir do dia 14 tudo voltará ao normal.