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Canárias

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Ilhas Canárias)
Image Nota: Para outros significados, veja Canaria.

Canárias
Canarias
Canarias
Image
Bandeira de Canárias
Brasão de armas de Canárias
HinoHimno de Canarias
"Hino das Canarias"
LemaOCEANO
Gentílicocanário[1]
canarino[2]
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CapitalSanta Cruz de Tenerife e Las Palmas de Gran Canaria (status compartilhado)[3][4]
Governo
 • PresidenteFernando Clavijo (CC)
Área
 • Total7 446,95 § km²
População
 • Total (2018)2 127 625[5] hab.
Densidade 284,46 hab./km²
ProvínciasLas Palmas, Santa Cruz de Tenerife
Idioma oficialCastelhano
Estatuto de autonomia16 de agosto de 1982
ISO 3166-2ES-CN
Congresso
Senado
15 ¹ assentos
14 ² assentos
SítioGoverno das Canárias
§ 1,5% da área total de Espanha
4,51% da população total de Espanha

¹ 8 de Las Palmas e 7 de Santa Cruz de Tenerife ² 1 de eleição directa, 3 por Tenerife, 3 por Gran Canaria, 1 por cada uma das restantes ilhas; e 2 de eleição indirecta pela comunidade
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Teide, Tenerife.

As Ilhas Canárias (em castelhano: Canarias) são um arquipélago espanhol no Oceano Atlântico, a oeste da costa de Marrocos. Constituem uma Região Autónoma do Reino da Espanha. É também uma das oito regiões com uma consideração especial da Nacionalidade histórica reconhecidas como tal pelo Governo espanhol.[6][7] A área é de 7 447 km², sendo assim a décima-terceira comunidade espanhola em área, a população em 2003 era de 1 843 755 e, em 2005, já quase 2 000 000. A densidade demográfica é de 247,58 hab/km².

As ilhas Canárias são o território mais próximo do arquipélago português da Madeira, com esta compartilhando a região da Macaronésia, junto com os arquipélagos dos Açores e de Cabo Verde. O arquipélago das Ilhas Canárias é o maior e mais populoso da região da Macaronésia.[8] As suas capitais são Santa Cruz de Tenerife e Las Palmas de Gran Canaria.[3][4] O arquipélago tem mais de dois milhões de habitantes. Tenerife é a ilha mais habitada (917 841), seguida de Gran Canaria (851 231). Novos fluxos de lava do vulcão Cumbre Vieja voltaram a causar destruição, nas Ilhas Canárias, a lava já chegou ao Oceano Atlântico.[9][10][11]

O arquipélago das Canárias

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O arquipélago das Canárias é constituído por sete ilhas principais, divididas em duas províncias e várias pequenas ilhas e ilhéus costeiros:

Há ainda um conjunto de pequenos ilhéus costeiros, penedos e ilhotas (Anaga, Salmor, Garachico).

História

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Antes da chegada dos aborígines, as ilhas Canárias foram habitadas por animais endêmicos, como alguns extintos; lagartos gigantes (Gallotia goliath), ratos gigantes (Canariomys bravoi e Canariomys tamarani)[12] e tartarugas gigantes (Geochelone burchardi e Geochelone vulcanica),[13] entre outros.

As ilhas Canárias são conhecidas desde a Antiguidade: existem relatos fidedignos e vestígios arqueológicos da presença cartaginesa na ilha. Foram descritas no período greco-romano a partir da obra de Juba II, rei da Numídia, que as mandou reconhecer e que, afirma-se, por nelas ter encontrado grande números de cães, deu-lhes o nome de "Canárias" ("ilhas dos cães"). São referidas por autores posteriores como "Ilhas Afortunadas".

Depois de um período de isolamento, resultado da crise e queda do Império Romano do Ocidente e das invasões dos povos bárbaros, as ilhas foram redescobertas e novamente visitadas com regularidade por embarcações europeias a partir de meados do século XIII.

Século XIII e XIV

A sua redescoberta é reivindicada por Portugal em período anterior a Agosto de 1336. A sua posse, entretanto, foi atribuída ao reino de Castela pelo Papa Clemente VI, o que suscitou um protesto diplomático de Afonso IV de Portugal, por carta de 12 de Fevereiro de 1345:[14]

"Ao Santíssimo Padre e Senhor Clemente pela Divina Providência Sumo Pontífice da Sacrossanta e Universal Igreja, Afonso rei de Portugal e do Algarve, humilde e devoto filho Vosso, com a devida reverência e devotamento beijo os beatos pés. (...)
Respondendo pois à dita carta o que nos ocorreu, diremos reverentemente, por sua ordem, que os nossos naturais foram os primeiros que acharam as mencionadas Ilhas [Afortunadas].
E nós, atendendo a que as referidas ilhas estavam mais perto de nós do que qualquer outro Príncipe e a que por nós podiam mais comodamente subjugar-se, dirigimos para ali os olhos do nosso entendimento, e desejando pôr em execução o nosso intento mandámos lá as nossas gentes e algumas naus para explorar a qualidade daquela terra.
Abordando às ditas Ilhas se apoderaram, por força, de homens, animais e outras coisas e as trouxeram com muito prazer aos nossos reinos.
Porém, quando cuidávamos em mandar uma armada para conquistar as referidas Ilhas, com grande número de cavaleiros e peões, impediu o nosso propósito a guerra que se ateou primeiro entre nós e El-rei de Castela e depois entre nós e os reis Sarracenos. (...)"

Entretanto o Papa Clemente VI em 1344 cria o Principado de Fortuna, um feudo dependente da Santa Sé, que concede a Luís de la Cerda, Infante de Castela, cujo nome refere-se às Ilhas Canárias, identificadas com as Ilhas Afortunadas da Antiguidade Clássica. A única condição imposta pelo Papa foi a de que este nobre evangelizasse as Canárias, mas, como não obteve qualquer apoio económico ou militar tudo não passou de um projeto.

Século XV

Em 1402, iniciou-se a conquista destas ilhas com a expedição a Lançarote dos Normandos Jean de Bethencourt e Gadifer de la Salle, mas prestando vassalagem aos reis de Castela e com o apoio da Santa Sé. Devido à localização geográfica, à falta de interesse comercial e à resistência dos Guanches ao invasor, a conquista só foi concluída em 1496 quando os últimos Guanches em Tenerife se renderam. A partir de 1402, Jean de Bettencourt lidera uma série de expedições, dominando várias ilhas, e reconhece desde logo a suserania de Henrique III de Castela. No entanto, a Guerra dos Cem Anos entre a França e a Inglaterra coloca-lhe dificuldades no abastecimento das ilhas e, por isso, em 1418 vende os seus direitos feudais ao Enrique de Guzmán, conde de Niebla.[14] Em 1424, o infante D. Henrique não aceitando a soberania espanhola sobre as ilhas manda D. Fernando de Castro à Grã-Canária à frente de um contingente de quase três mil homens,[15] com o propósito de se apoderarem desta ilha, objecto de litígio entre Portugal e Castela,[16] não conseguindo derrotar os nativos guanches[14] devido a problemas logísticos.[17][18] Depois, será a Coroa castelhana que organiza várias expedições comerciais em busca de escravos, peles e tinta. Porém, em 1435, o Papa Eugênio IV emitiu a Bula Sicut Dudum, a qual ordenava a libertação dos escravos nativos dessas ilhas já convertidos ou que aceitassem ser baptizados.[19] Finalmente, no Tratado de Toledo (6 de março de 1480), Portugal abandona definitivamente qualquer pretensão sobre este arquipélago, depois de, no ano anterior, ter reconhecido a soberania castelhana das ilhas pelo Tratado de Alcáçovas (1479).[14]

Século XVI e seguintes

A conquista das Canárias foi a antecedente da conquista do Novo Mundo, baseada na destruição quase completa da cultura indígena, rápida assimilação do cristianismo, miscigenação genética dos nativos e dos colonizadores.

Uma vez concluída a conquista das ilhas, estas passam a depender do reino de Castela, impondo-se um novo modelo económico baseado na monocultura (primeiro, a cana-de-açúcar e, posteriormente, o vinho, tendo grande importância o comércio com Inglaterra). Foi nesta época que se constituíram as primeiras instituições e órgãos de governo (cabildos e concelhos).

As Canárias converteram-se em ponto de escala nas rotas comerciais com a América e África (o porto de Santa Cruz de La Palma chegou a ser um dos pontos mais importantes do Império Espanhol), o que trouxe grande prosperidade a determinados sectores da sociedade, mas as crises da monocultura no século XVIII e a independência das colónias americanas no século XIX provocaram graves recessões.

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Playa de Las Teresitas, em Santa Cruz de Tenerife.

Devido à riqueza do arquipélago proveniente do comércio com a América espanhola, as ilhas eram frequentemente atacadas por piratas e corsários. Havia também corsários nativos do arquipélago, como Amaro Pargo, que participaram na Frota da prata (a rota comercial hispano-americana) no século XVIII, atacando navios inimigos de Espanha tanto nas águas das Canárias como ao longo da costa do Novo Mundo.[20] Santa Cruz de Tenerife foi, sobretudo durante a primeira metade do século XVIII, o mais importante centro de corsários da região da Macaronésia.[21][22] A recente descoberta de abundante documentação comprovativa da significativa actividade corsária, praticada sobretudo por naturais, residentes e habitantes da ilha, confirma este facto. Ao mesmo tempo, os numerosos navios piratas que frequentavam as águas das Canárias utilizavam ancoradouros ao longo da costa. Foi o caso do Valle de Salazar ou de San Andrés, que adquiriram a reputação de "porto pirata" até à construção do seu castelo ou torre defensiva.[23] (Veja também: Pirataria nas Ilhas Canárias).

No século XIX e na primeira metade do século XX, a razão das crises económicas foi a emigração, cujo destino principal era o continente americano. No início do século XX, foi introduzida, nas ilhas Canárias, pelos ingleses, uma nova monocultura: a banana, cuja exportação será controlada por companhias comerciais como a Fyffes.

A rivalidade entre as elites das cidades de Santa Cruz e Las Palmas pela condição de capital das ilhas fez com que, em 1927, se tomasse a decisão da divisão do arquipélago em províncias. Actualmente, a capital está dividida entre essas duas cidades.

Povoamento das Canárias

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Representação de um povoado guanche, antes da colonização espanhola.

As Ilhas Canárias já eram povoadas pelos guanches, antes da chegada dos portugueses e espanhóis, no século XV. A conquista do arquipélago deu-se de forma violenta, pois os guanches resistiram e lutaram de forma impetuosa contra a ocupação espanhola. Uma vez dominados, os nativos foram escravizados em larga escala, para custear os gastos com as expedições militares. Em retaliação, os rebeldes, sobretudo os homens, foram massacrados e deportados das ilhas pelos espanhóis.[24]

Por muito tempo, a origem dos guanches permaneceu um mistério. Porém, desde o início da colonização, já existia evidência de que eram originários das populações berberes do Norte da África, uma vez que as línguas e as tradições guanches se assemelhavam às dos seus vizinhos norte-africanos, antes do processo de islamização. Recentes pesquisas genéticas comprovam a origem berbere norte-africana dos nativos canários.[24] A chegada desses berberes às Canárias ocorreu muito antes da islamização e da arabização do Norte da África, pois os guanches praticavam o animismo e o politeísmo, quando os espanhóis chegaram no século XV.[25]

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Múmia guanche de Tenerife (no Museo de la Naturaleza y el Hombre de Santa Cruz de Tenerife).

Todavia, continua a dúvida sobre de que maneira os guanches chegaram às ilhas, pois só poderia ter sido por via marítima, já que o arquipélago nunca foi conectado à África por via terrestre. Porém, quando os espanhóis chegaram às ilhas, os guanches não dominavam a técnica naval. Portanto, existem duas hipóteses: eles chegaram sozinhos por via marítima e depois esqueceram suas habilidades de navegação ou foram levados para as ilhas por algum outro povo que dominava a técnica naval.[24]

Mesmo com a escravização e o massacre em massa da população nativa, principalmente masculina, pesquisas genéticas mostram que os atuais habitantes das Ilhas Canárias descendem, em parte, dos guanches. 41,8% das linhagens maternas dos canários atuais têm origem guanche; 55,4% ibérica e 2,8% africana subsaariana (resultado do tráfico de escravos negros durante a colonização). Por sua vez, no lado paterno, apenas 16,1% das linhagens são guanches e 83% são ibéricas e 0,9% africanas subsaarianas. Isso mostra que houve uma miscigenação preferencial entre homens europeus e mulheres nativas durante a formação da população canária.[24]

A economia é baseada no sector terciário (74,6%), principalmente turismo que tem proporcionado o desenvolvimento da construção civil, sendo a origem dos turistas: espanhóis (30%), alemães, britânicos, suecos, franceses, russos, austríacos, neerlandeses, portugueses e de outras nacionalidades europeias.

A indústria é escassa, basicamente agroalimentária, de tabaco e de refinação de Petróleo (A refinaria de petróleo de Tenerife é a maior de Espanha). Depois da ocupação do Saara Ocidental por Marrocos, as indústrias de conserva e de salga de pescado desapareceram.

Só está cultivado 10% do solo sendo a maioria de secano (cevada e trigo), e de regadio uma minoria (tomates, bananas e tabaco), orientados para o comércio com o resto da Espanha e da União Europeia. Também se iniciou a exportação de frutas tropicais (abacate e manga) e flores. A pecuária, principalmente a caprina e a bovina, tem sofrido um importante retrocesso nas últimas décadas.

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Playa de Las Canteras, na cidade de Las Palmas. As Canárias são um destino turístico importante na Europa.

Estatísticas do turismo

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Número de turistas que visitaram as Ilhas Canárias em 2016, por ilha de destino (em milhares):[26]

Religião

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Basílica de Nossa Senhora da Candelária, padroeira das Ilhas Canárias.

Como ocorre no resto da Espanha, a sociedade da Ilhas Canárias é predominantemente cristã,[27] principalmente católica.[28] A religião católica tem sido, desde a conquista do arquipélago das Canárias, a religião da maioria da população. Nas Ilhas Canárias nasceram dois grandes santos católicos: Pedro de Betancur[29] e José de Anchieta.[30] Ambos nascidos na ilha de Tenerife, foram, respetivamente, missionários na Guatemala e no Brasil. Nossa Senhora da Candelária é a padroeira das Ilhas Canárias.[31]

Contudo, o aumento dos fluxos migratórios (turismo, imigração, etc.) estão a aumentar o número de seguidores de outras religiões se reúnem nas ilhas, como muçulmanos, protestantes e praticantes do hinduísmo.[32] Religiões minoritárias significativamente importantes nas Ilhas Canárias são religiões afro-americanas, Religião tradicional chinesa, budista, Judaísmo e da Fé Bahá'í.[32] Também existe em uma forma de arquipélago nativo neo-paganismo, a Igreja do Povo Guanche.[32]

Festividades

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A Dança dos Anões é um dos mais importantes atos das Festas Lustrais da Bajada de Virgen de las Nieves em Santa Cruz de La Palma.
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Dançarinos com traje típico, em El Hierro.

O dia oficial da Comunidade Autónoma é o Dia das Ilhas Canárias em 30 de maio. Este é o aniversário da primeira sessão do Parlamento das Ilhas Canárias, com sede em Santa Cruz de Tenerife, em 30 de maio de 1983.

O calendário comum de férias nas Ilhas Canárias é o seguinte:[33]

Além disso, cada uma das ilhas tem suas próprias férias. Estas são as festividades dos santos patronos das ilhas de cada ilha:[36]

As festividades mais famosas e internacionais do arquipélago são o carnaval. O carnaval é comemorado em todas as ilhas e todos os seus municípios, mas os dois mais freqüentados são os das duas capitais das Ilhas Canárias; o Carnaval de Santa Cruz de Tenerife e o Carnaval de Las Palmas de Gran Canaria.

Ver também

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Referências

  1. ↑ «Dicionário de Gentílicos e Topónimos». portaldalinguaportuguesa.org. Consultado em 10 de julho de 2021. Cópia arquivada em 8 de julho de 2026
  2. ↑ «canarino». Dicionário Priberam. Consultado em 18 de fevereiro de 2023
  3. 1 2 Real Decreto de 30 de noviembre de 1833 en wikisource
  4. 1 2 Real Decreto de 30 de noviembre de 1833 en el sitio web oficial del Gobierno de Canarias
  5. ↑ Datos demográficos
  6. ↑ «Reforma Estatuto». www.gobcan.es (em inglês). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2020
  7. ↑ «Coloquios de Historia Canario Americana | Coloquios de Historia Canario Americana». revistas.grancanaria.com. Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  8. ↑ «La Macaronesia. Consideraciones geológicas, biogeográficas y paleoecológicas :: Macaronesia Monografías». catalogo.museosdetenerife.org. Consultado em 29 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 20 de maio de 2022
  9. ↑ Salas, Javier (3 de dezembro de 2021). «Vulcão das Canárias abre caminho para a previsão das erupções». El País Brasil (em espanhol). Consultado em 3 de dezembro de 2021. Cópia arquivada em 6 de junho de 2026
  10. ↑ «Vulcão Cumbre Vieja lança novo fluxo de lava e causa estragos nas Canárias». VEJA. Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2025
  11. ↑ «Em nova atividade, vulcão volta a ameaçar prédios e plantações nas Ilhas Canárias». CNN Brasil. 30 de novembro de 2021. Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2025
  12. ↑ Algunas extinciones en Canarias Consejería de Medio Ambiente y Ordenación Territorial del Gobierno de Canarias
  13. ↑ «La Paleontología de vertebrados en Canarias» (PDF). Spanish Journal of Palaeontology (antes Revista Española de Paleontología). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 6 de março de 2023
  14. 1 2 3 4 Infopédia. «Questão das Canárias (séc. XIV-XV) - Infopédia». Infopédia - Dicionários Porto Editora. Consultado em 9 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 14 de dezembro de 2021
  15. ↑ «Perspectiva gloval das viagens dos portugueses às Canárias no âmbito dos descobrimentos e expansão portuguesa. Uma questão adiada até Alcaçovas-Toledo (1479-80), por Isabel L. Morgado de S. e Silva, Comunicação apresentada nas Segundas Jornadas Rubicenses. Seis siglos de vínculo Europeo y Atlântico, 31 Maio – 2 Junho 2001. Ayuntamento de Yaiza, Lanzarote». Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2025
  16. ↑ «O Papel da Diplomacia Portuguesa do Tratado de Tordesilhas, por Humberto Baquero Moreno, Revista da Faculdade de Letras do Porto, pág, 141» (PDF). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 11 de dezembro de 2025
  17. ↑ Fontes, Carlos. «Lusotopia - Cristovão Colombo, português ?». Filorbis. Consultado em 29 de março de 2023. Cópia arquivada em 26 de abril de 2025
  18. ↑ Noussair, Mazraoui (27 de novembro de 2025). «3355bet». Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2025
  19. ↑ «Sicut Dudum Pope Eugene IV - January 13, 1435 - Papal Encyclicals» (em inglês). 13 de janeiro de 2015. Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 9 de junho de 2026
  20. ↑ De Paz Sánchez, Manuel; García Pulido, Daniel (2015). Francisco Javier Macías Martín (ed.), ed. El corsario de Dios. Documentos sobre Amaro Rodríguez Felipe (1678–1747). Col: Documentos para la Historia de Canarias. Canarias: Archivo Histórico Provincial de Santa Cruz de Tenerife. ISBN 978-84-7947-637-3. Consultado em 8 de julho de 2016
  21. ↑ «Amaro Pargo: documentos de una vida, I. Héroe y forajido»
  22. ↑ “Santa Cruz de Tenerife fue la capital corsaria de la Macaronesia la primera mitad del siglo XVIII” El Escobillón, 06/08/2018
  23. ↑ Piratas en Santa Cruz de Tenerife El Blog Feroz, 15/04/2013
  24. 1 2 3 4 Fregel, Rosa; Gomes, Verónica; Gusmão, Leonor; González, Ana M; Cabrera, Vicente M; Amorim, António; Larruga, Jose M (3 de agosto de 2009). «Demographic history of Canary Islands male gene-pool: replacement of native lineages by European». BMC Evolutionary Biology. 9. 181 páginas. ISSN 1471-2148. PMID 19650893. doi:10.1186/1471-2148-9-181. Cópia arquivada em 29 de março de 2023
  25. ↑ Maximiliano Trapero. Estudios sobre el guanche. La Lengua de los primeros habitantes de las Islas Canarias. Fundación Mapfre Guanarteme.
  26. ↑ Statista. «Bienvenido a Statista – Tu nueva experiencia en statista.com». www.statista.com (em inglês). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 10 de julho de 2026
  27. ↑ «Religiones entre continentes. Minorías religiosas en Canarias. Editado por la Universidad de La Laguna» (PDF). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 10 de fevereiro de 2026
  28. ↑ Aunque el nivel de práctica religiosa es de los más bajos de España. Información turística de España
  29. ↑ «Pedro de San José Betancurt, Santo». Catholic.net (em espanhol). Consultado em 9 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 6 de março de 2026
  30. ↑ «José de Anchieta, Santo». Catholic.net (em espanhol). Consultado em 9 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2025
  31. ↑ «Candelaria, Nuestra Señora». www.corazones.org. Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  32. 1 2 3 Tenerife, La Opinión de. «Un 5% de canarios profesa una religión minoritaria - La Opinión de Tenerife». www.laopinion.es. Consultado em 29 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 27 de março de 2019
  33. ↑ «Calendario oficial en Canarias». sede.gobcan.es. Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 25 de setembro de 2021
  34. ↑ «Programa de las Fiestas de la Virgen de Candelaria. Agosto de 2017» (PDF). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 8 de fevereiro de 2026
  35. ↑ Chijeb, Norberto (20 de julho de 2017). «Candelaria se prepara para recibir en agosto a 150.000 devotos de la Virgen». Diario de Avisos (em espanhol). Consultado em 9 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  36. ↑ «Fiestas insulares de Canarias» (PDF). Consultado em 8 de dezembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 9 de dezembro de 2025

Ligações externas

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