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Gidá

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(Redirecionado de Jedá)
Gidá
Cidade
Província de Gidá
Província de Gidá
Província de Gidá
Orla de Gidá
Orla de Gidá
Orla de Gidá
Gidá está localizado em: Arábia Saudita
Image
Gidá
Localização de Gidá na Arábia Saudita
Coordenadas: 21° 32′ 36″ N, 39° 10′ 22″ L
RegiãoMeca
Área
 • Total [1]3 344 km²
População
 • Total (2022) [2]3 751 722 hab.
Densidade 1 121,93 hab./km²
Patrimônio Mundial da UNESCO
SítioGidá Histórica, Porta para Meca
TipoCultural
Critériosii, iv, vi
Referência1361
Inscrição2014 (38.ª sessão)
Área17,92 ha
Zona de amortecimento113,58 ha

Gidá,[3][4][5] também chamada Jidá[6][7] ou Jedá[8][9] (em árabe: جدة; romaniz.: Jidda), é uma cidade portuária da Arábia Saudita, sede da província homônima, situada na costa do mar Vermelho, na região de Meca, no Hejaz. Localizada cerca de 70 quilômetros a oeste de Meca, historicamente constitui seu principal porto e uma das principais portas de entrada marítimas para os peregrinos que se dirigem aos lugares sagrados do islã. Possui uma área de 3 344 km²[1] e, segundo o censo de 2022, tinha 3 751 722 habitantes,[2] com uma densidade populacional de 1 121,93 hab./km².

A importância de Gidá desenvolveu-se nos primeiros séculos do islã, sobretudo a partir do califado de Otomão (r. 644–656), quando substituiu Xuaiba como porto de Meca. Sua posição nas rotas do mar Vermelho fez da cidade simultaneamente um centro de recepção de peregrinos e um importante entreposto do comércio entre o Mediterrâneo e o oceano Índico. Sob os mamelucos e posteriormente o Império Otomano, a importância estratégica do porto levou à sua fortificação e tornou suas receitas alfandegárias uma importante fonte de renda para os governantes do Hejaz.

No século XIX, Gidá voltou ao controle direto otomano após um período de administração ligado ao Egito, permanecendo sob domínio imperial até a Revolta Árabe de 1916. Após a conquista de Meca pelas forças de Abedalazize ibne Saúde, tornou-se o principal centro de resistência do Reino do Hejaz até sua conquista pelos sauditas em 1925. Durante o século XX, experimentou grande expansão urbana e econômica, impulsionada pela peregrinação e pelas receitas do petróleo, desenvolvendo-se como um dos principais centros urbanos e comerciais do país e tornando-se sede da Organização para a Cooperação Islâmica.

História

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O nome de Gidá aparece na maioria dos geógrafos e léxicos árabes clássicos sob a forma Judá (Judda), à qual são atribuídos sentidos como "costa", "litoral" e "caminho", embora na língua popular tenha prevalecido a pronúncia Jidá (Jidda).[10] Hartmann e Marr registram igualmente que autores árabes e estudiosos clássicos interpretaram Judá como "caminho", enquanto outros relacionaram o nome a Judá ou Jidá, "avó", em referência a Eva, cujo suposto túmulo se localizava na cidade.[11] A forma Judá, embora tenha caído em desuso, ocorre, por exemplo, nos relatos portugueses dos séculos XVI e XVII.[12] Pouco se conhece sobre Gidá no período pré-islâmico. Uma tradição atribuída a Hixame ibne Maomé Alcalbi relata que Anre ibne Luai, dos cuzaaítas, introduziu em Meca ídolos provenientes de Gidá vários séculos antes do islã. Segundo Iacute Alhamaui, Judá ibne Hasme ibne Rabane ibne Huluane, dos cudaaítas, recebeu seu nome da cidade, que fazia parte do território dos cuzaaítas.[13] A importância de Gidá cresceu durante o califado de Otomão (r. 644–656), que em 26 A.H./646 escolheu a cidade como porto de Meca, em substituição ao antigo porto de Xuaiba, situado um pouco ao sul.[14] Gidá passou então a servir como porto de desembarque dos peregrinos que chegavam por mar provenientes de regiões distantes, como o Norte da África, o Egito e a Índia, ao mesmo tempo que se desenvolvia como centro de entrada de bens de consumo destinados a Meca e ao Hejaz.[10]

No século X, Gidá já constituía uma próspera cidade comercial e suas alfândegas proporcionavam receitas consideráveis aos governantes do Hejaz. Almocadaci registra que, além dos impostos cobrados sobre mercadorias, os peregrinos que chegavam pelo mar estavam sujeitos a uma taxa de uma peça de ouro. Geógrafos muçulmanos como Alistacri e Almocadaci destacaram sua importância comercial e as elevadas receitas obtidas com as taxas cobradas dos peregrinos. No século XI, Nácer Cosroes estimou a população de Gidá em cerca de cinco mil habitantes. Segundo Hartmann e Marr, descreveu-a como uma cidade sem muralhas, governada por um dependente do xarife de Meca, cuja principal função era arrecadar as receitas da cidade, e mencionou hospedarias, cisternas, mesquitas e casas particulares.[14] Bilge, por sua vez, afirma que Nácer Cosroes descreveu Gidá como cercada por muralhas.[10] Mais tarde, Ibne Jubair mencionou suas hospedarias de pedra e mesquitas e elogiou o sultão Saladino (r. 1174–1193) por ter abolido os tributos arrecadados dos peregrinos pelos xarifes.[10] Com o declínio do Califado Abássida, grande parte do comércio anteriormente dirigido a Baçorá foi desviada para Gidá, onde navios provenientes do Egito desembarcavam ouro, metais e tecidos europeus, enquanto embarcações da Índia traziam especiarias, corantes, arroz, açúcar, chá, cereais e pedras preciosas. Segundo Hartmann e Marr, incidia sobre essas mercadorias uma taxa ad valorem de dez por cento.[14] Mercadorias transportadas entre a Europa e a Índia passaram, assim, pela cidade, que se tornou um importante ponto de encontro das rotas comerciais entre as duas regiões.[10]

Durante o período mameluco, Gidá recebeu especial atenção devido à sua função como porta marítima de Meca e ponto de desembarque dos peregrinos provenientes sobretudo do Egito. Em 1268, o sultão Baibars (r. 1257–1277) realizou a peregrinação e nomeou Xameçadim Maruane como seu naibe em Meca, a quem os xarifes consultavam em questões administrativas. Esse sistema perdurou até o fim do domínio mameluco, e em Gidá havia um naibe, cuja residência, situada junto à costa e dominando o porto, servia também ao controle das atividades comerciais.[10] Depois de 828 A.H./1425, os sultões mamelucos, atraídos pela prosperidade do porto, assumiram diretamente a cobrança dos direitos alfandegários, embora compartilhassem parte das receitas com os xarifes de Meca. A partir de 1452, a arrecadação passou a ser realizada por coletores mamelucos, com uma parcela destinada aos xarifes. Gidá tornou-se, assim, política e economicamente dependente do Egito.[10] No final do período mameluco, a entrada dos portugueses no oceano Índico e seus ataques à navegação muçulmana criaram uma nova ameaça a Gidá. A partir de 1502, os mamelucos e, posteriormente, os otomanos adotaram medidas para enfrentá-la. O sultão Cançu Algauri (r. 1501–1516) nomeou Mirocém governador de Gidá e incumbiu-o de tornar a cidade defensável. Hartmann e Marr registram que Huceine construiu uma poderosa muralha em torno da cidade e mencionam uma fonte que data a obra de 915 A.H./1509.[14] A TDV situa em 1511 a construção, em apenas nove meses, de uma fortaleza destinada à defesa da cidade.[15]

Em 923 A.H./1517, Lopo Soares de Albergaria, perseguindo a frota mameluca comandada por Salmane Reis, navegou até o porto de Gidá, mas desistiu de atacar a cidade devido às suas poderosas fortificações.[14] Após a conquista otomana do Egito, o xarife de Meca Baracate II (r. 1497–1525) enviou uma delegação chefiada por seu filho e futuro sucessor Abu Numai Maomé ao sultão Selim I (r. 1512–1520), que em 6 de julho de 1517 aceitou a submissão do Hejaz. Huceine Alcurdi foi então morto por ordem do xarife de Meca, e Cácime Axiruani, um comerciante de Meca, tornou-se o primeiro naibe otomano em Gidá. Posteriormente, o posto de paxá de Meca foi abolido: o xarife permaneceu à frente de Meca, enquanto Gidá, transformada em sanjaco, passou a ser governada separadamente por um sanjaco-bei.[16] Sob os otomanos, Gidá tornou-se sede de um sanjaco e, por algum tempo, centro do Eialete da Abissínia, que posteriormente integrou o Vilaiete do Hejaz.[14] Em 1538, a frota otomana que partiu para a Índia utilizou Gidá como seu último porto no império antes de seguir viagem. Os portugueses tentaram repetidamente tomar a cidade, mas em 948 A.H./1541 seu ataque foi repelido pelo xarife Abu Numai (r. 1525–1583). Como recompensa, o sultão Solimão (r. 1520–1566) concedeu ao xarife metade das receitas alfandegárias do porto. Depois da conquista do Iêmem pelos otomanos, tornou-se costume dividir as receitas portuárias igualmente entre o sanjaco-bei de Gidá e o xarife de Meca. A conquista de Adem em 1558 reforçou o controle otomano sobre o mar Vermelho e a segurança de Gidá.[16]

Apesar da mudança de soberania, Gidá continuou a desempenhar papel central no comércio do mar Vermelho: navios provenientes da Índia frequentavam regularmente seu porto e, durante o século XVI, um cônsul veneziano residiu na cidade para representar os interesses comerciais de Veneza. Hartmann e Marr observam que, ao contrário do que se acreditou anteriormente, o comércio do mar Vermelho não terminou com a circum-navegação portuguesa da África, mas continuou sob proteção otomana ao longo do século XVI.[14] A partir do final do século XVI, contudo, o transporte de trânsito entre a Europa e a Índia pelo mar Vermelho entrou em declínio, situação que perdurou até a abertura do canal de Suez.[16] Evliya Çelebi registrou no século XVII informações sobre o porto e a fortaleza de Gidá e visitou o túmulo tradicionalmente atribuído a Eva. Segundo seu relato, o porto rendia anualmente cerca de 1 500 bolsas de impostos alfandegários, enquanto a fortaleza abrigava cerca de trezentos soldados. A escassez de água constituía um problema recorrente: a população dependia em grande medida da água da chuva armazenada em cisternas. Cátibe Chelebi relata que, no reinado de Maomé IV, o Caçador (r. 1648–1687), o grão-vizir Cara Mustafá Paxá providenciou o transporte de água de locais distantes e mandou construir uma hospedaria, um banho público e uma mesquita.[16]

No início do século XIX, a expansão uaabita atingiu o Hejaz. Em 1803, forças provenientes de Négede sitiaram Gidá. Embora não conseguissem conquistá-la, obrigaram o xarife Galibe ibne Muçaíde (r. 1788–1813) a submeter-se.[16] A cidade permaneceu fora do domínio uaabita direto, mas Galibe ficou submetido à autoridade dos uaabitas até 1811–1812, quando Maomé Ali restaurou a soberania otomana nominal sobre a região.[14] O Hejaz foi administrado em ligação com o Egito até 1840, quando retornou ao controle direto da Sublime Porta, e Gidá passou a ser governada por um governador subordinado ao poder central.[17] Em 15 de junho de 1858, Gidá foi palco de graves distúrbios, nos quais foram mortos 25 cristãos, entre eles os cônsules britânico e francês e um grupo de ricos comerciantes gregos. O navio britânico Cyclops, ancorado no porto, bombardeou a cidade durante dois dias e restaurou a ordem sem causar grandes danos; posteriormente, uma investigação foi conduzida por autoridades otomanas com a participação dos cônsules britânico e francês, e os responsáveis foram punidos.[14]

Durante a Primeira Guerra Mundial, em 1916, com a revolta do xarife Huceine contra o Império Otomano, Gidá adquiriu grande importância estratégica em razão de seu porto, pelo qual chegavam suprimentos destinados às forças da Revolta Árabe.[17] A cidade foi bombardeada pela marinha britânica e, depois de um ataque combinado por terra das forças de Huceine e de um bombardeio naval britânico que durou seis dias, os otomanos renderam Gidá em 15 de Xabã de 1334 A.H./17 de junho de 1916. O porto tornou-se então o principal depósito de suprimentos para as forças xarifianas que operavam contra os otomanos durante a Revolta Árabe.[14] Durante o efêmero Reino do Hejaz, Gidá tornou-se um dos principais pontos da luta entre os uaabitas e os xarifes. Após a tomada de Meca pelas forças sauditas em outubro de 1924, tornou-se a capital do governo de Ali, que sucedera seu pai como rei do Hejaz. O cerco de Gidá começou após a ocupação de Meca e prolongou-se por cerca de um ano, de janeiro a dezembro de 1925. Apesar da resistência, Ali abdicou em dezembro, e a cidade submeteu-se a Abedalazize ibne Saúde.[18] O reconhecimento internacional da nova situação foi consolidado pelo Tratado de Gidá, firmado em maio de 1927.[19]

Demografia e desenvolvimento urbano

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Gidá em 1938

O viajante Johann Ludwig Burckhardt estimou a população de Gidá entre 12 e 15 mil habitantes em 1814, entre os quais havia poucos elementos indígenas, enquanto habitantes provenientes do Iêmem e de Hadramaute eram numerosos.[14] Posteriormente, sua população foi estimada entre 106 e 160 mil habitantes. A administração municipal estava a cargo de um caimacã, o único governador local da Arábia Saudita que ainda conservava esse título turco, subordinado administrativamente ao governador de Meca. Ao longo do século XX, a cidade experimentou grande crescimento, associado tanto à peregrinação a Meca quanto ao desenvolvimento econômico da Arábia Saudita. No início do século, cerca de cem mil peregrinos utilizavam anualmente Gidá como ponto de passagem para Meca; no final do período abrangido pela fonte, esse número já ultrapassava um milhão.[19] Em 1950, o porto recebeu mais de 80 mil peregrinos estrangeiros por via marítima, enquanto mais de 147 mil desembarcaram em Gidá durante o ano de 1381 A.H./1961.[18]

A infraestrutura destinada a esse fluxo incluía uma estação de quarentena, hospital e clínica de observação numa ilha próxima ao cais, além de duas cidades de peregrinos, uma junto ao porto e outra junto ao aeroporto, destinadas a receber os peregrinos que chegavam à cidade.[18] Após a Segunda Guerra Mundial, Gidá expandiu-se e modernizou-se com as receitas provenientes do petróleo. Foram realizadas obras de iluminação e arborização e construídos um porto moderno, aeroporto, instalações de dessalinização de água do mar, refinarias de petróleo, fábricas de cimento e instalações siderúrgicas.[19] A EI2 registra também a existência de indústrias leves, entre elas uma fábrica de cimento e diversas oficinas dedicadas ao corte de mármore.[18] Antes da transferência das representações diplomáticas para Riade, Gidá abrigava embaixadas e missões estrangeiras. A cidade tornou-se ainda sede da atual Organização para a Cooperação Islâmica e abriga a Universidade Rei Abdulaziz.[19]

Geografia

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Gidá situa-se na costa do mar Vermelho, no Hejaz, a cerca de 72 quilômetros de Meca e 419 quilômetros de Medina. A cidade desenvolveu-se junto a uma baía voltada para oeste, cercada por recifes que historicamente restringiam o acesso marítimo a canais estreitos. Ao nordeste encontra-se uma laguna, enquanto ao sudeste se estendem salinas.[11] A posição de Gidá como porto de Meca determinou grande parte de sua importância econômica ao longo da história. Desde os primeiros séculos islâmicos, a cidade serviu simultaneamente ao desembarque de peregrinos e à entrada de mercadorias destinadas ao Hejaz. Sua função comercial ampliou-se quando as rotas entre o Mediterrâneo e o oceano Índico passaram a utilizar intensamente o mar Vermelho, e as receitas provenientes das alfândegas e das taxas cobradas dos peregrinos constituíram importante fonte de renda para os poderes que controlaram a região.[15] Após a Segunda Guerra Mundial, Gidá experimentou rápida expansão urbana, sobretudo para leste, ao longo da estrada de Meca, para norte, ao longo da estrada de Medina, e para sul, acompanhando a estrada do cais. As antigas muralhas foram demolidas em 1946–1947.[18]

Parte das tradicionais casas construídas com coral ainda subsistia no período descrito pela fonte, embora muitas tivessem sido demolidas para a abertura de vias e a construção de edifícios modernos. A cidade conservava também bairros distintos habitados por comunidades de origem bucari, iemenita e hadramita, além de alguns grupos tribais.[18] O abastecimento de água, historicamente uma das dificuldades de Gidá, foi ampliado por um sistema concluído em 1948, capaz de fornecer mais de 2 500 000 galões de água por dia, em sua maior parte captada de poços no Uádi Fátima. No período contemporâneo abrangido pelas fontes, a cidade dispunha de porto artificial moderno, situado na extremidade sul e dotado de um cais de dois berços, que movimentava mais de 80 mil toneladas de carga por ano, além de aeroporto internacional e ligações rodoviárias com outras partes da Arábia Saudita.[18][19] Sua proximidade de Meca manteve Gidá como uma das principais portas de entrada para os peregrinos que se dirigem aos lugares sagrados do islã.[19]

Referências

  1. 1 2 Saudi Arabia: Administrative Division. City Population. As áreas são calculadas com base em dados geoespaciais.
  2. 1 2 Censo Saudita de 2022. Autoridade Geral de Estatística da Arábia Saudita.
  3. ↑ Fernandes 1941, p. 59.
  4. ↑ Machado 2003, verbete Gidá.
  5. ↑ ABL 1999, verbete Gidá.
  6. ↑ O Globo 2014.
  7. ↑ O Globo 2023.
  8. ↑ Ministério das Relações Exteriores 2017.
  9. ↑ Bruce 2025.
  10. 1 2 3 4 5 6 7 Bilge 1993, p. 523.
  11. 1 2 Hartmann & Marr 1991, p. 571.
  12. ↑ Barbosa 1946, p. 35.
  13. ↑ Hartmann & Marr 1991, pp. 571–572.
  14. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Hartmann & Marr 1991, p. 572.
  15. 1 2 Bilge 1993, pp. 523–524.
  16. 1 2 3 4 5 Bilge 1993, p. 524.
  17. 1 2 Bilge 1993, pp. 524–525.
  18. 1 2 3 4 5 6 7 Hartmann & Marr 1991, p. 573.
  19. 1 2 3 4 5 6 Bilge 1993, p. 525.

Bibliografia

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  • Academia Brasileira de Letras (1999). Vocabulário Onomástico da Língua Portuguesa 1 ed. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras. ISBN 85-7440-019-X 
  • Bilge, Mustafa L. (1993). «Cidde». TDV İslâm Ansiklopedisi. 7. Istambul: Türkiye Diyanet Vakfı. pp. 523–525 
  • Fernandes, Ivo Xavier (1941). Topónimos e Gentílicos. I. Porto: Editora Educação Nacional, Lda. 
  • Hartmann, R.; Marr, Phebe Ann (1991). «Djudda». In: Lewis, B.; Pellat, Ch.; Schacht, J. The Encyclopaedia of Islam. II: C–G 2 ed. Leiden: Brill. pp. 571–573. ISBN 9789004070264 
  • Machado, José Pedro (2003). Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa. II: E–M 3 ed. Lisboa: Livros Horizonte. ISBN 972-24-0844-5 

Ligações externas

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