Renzo Braz
Renzo Braz | |
|---|---|
| Senador por Minas Gerais | |
| Período | 30 de setembro de 2026 até 31 de janeiro de 2027 |
| Antecessor(a) | Rodrigo Pacheco |
| Deputado federal por Minas Gerais | |
| Período | 1.º de fevereiro de 2011 até 31 de janeiro de 2019 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Renzo do Amaral Braz |
| Nascimento | 11 de abril de 1980 (46 anos) Muriaé, MG |
| Parentesco | José Braz (avô) Bráulio Braz (tio) |
| Partido | PP (1999–presente) |
| Profissão | Empresário e administrador de empresas |
Renzo do Amaral Braz (Muriaé, 11 de abril de 1980) é um empresário e político brasileiro, filiado ao Progressistas (PP). Foi deputado federal por Minas Gerais de 2011 a 2019 e é senador desde 30 de setembro de 2026, no lugar de Rodrigo Pacheco, de quem era primeiro suplente.[1]
Biografia
[editar | editar código]Filho de Gilberto José Tanus Braz e Maria Vitória do Amaral Braz,[2] é formado em Administração pela Universidade Iguaçu (Unig) e especialista em gerência de custos logísticos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).[1] É acionista do Grupo Líder, que atua nos setores de veículos e motocicletas, seguros e mobilidade urbana, e tem negócios em logística, transporte, construção civil e mercado imobiliário.[1]
Pertence a uma família de políticos de Muriaé. O avô, José Braz, foi prefeito do município por três mandatos e morreu em 2022, aos 96 anos, em exercício.[3] O tio, Bráulio Braz, foi deputado estadual por quatro mandatos e é o primeiro suplente do senador eleito Domingos Savio.[4][1]
Carreira política
[editar | editar código]Câmara dos Deputados
[editar | editar código]Candidatou-se pela primeira vez em 2010, pelo PP, e foi eleito deputado federal com 102.573 votos. Foi reeleito em 2014, com 109.510.[5] Na 55.ª Legislatura, votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff, da PEC do Teto dos Gastos Públicos e da reforma trabalhista, e contra a abertura de investigação do então presidente Michel Temer, o que ajudou a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[6][7]
Suplência no Senado
[editar | editar código]Em 2018, não disputou a reeleição e concorreu como primeiro suplente na chapa de Rodrigo Pacheco ao Senado, eleita com 3.616.864 votos (20,49%).[8] Em janeiro de 2025, quando se cogitava a ida de Pacheco para um ministério do governo Lula, disse estar preparado para assumir a vaga.[4]
Senado Federal
[editar | editar código]Em 30 de setembro de 2026, Pacheco deixou o Senado para tomar posse como ministro do Tribunal de Contas da União, e Renzo Braz assumiu a vaga no mesmo dia. Ele completa o mandato, que termina em fevereiro de 2027.[1] Em seu primeiro discurso, em 7 de outubro, afirmou que será "um interlocutor sério e republicano" de qualquer governo eleito, defendeu medidas de responsabilidade fiscal, redução de impostos e da burocracia e apontou como prioridades a agropecuária, a cafeicultura, a mineração, a indústria e a segurança hídrica, especialmente no Norte de Minas e no Vale do Jequitinhonha.[1][9]
Desempenho eleitoral
[editar | editar código]| Ano | Eleição | Cargo | Partido | Coligação / Titular | Votos | Resultado | Ref | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| T. | Total | % | P. | ||||||||
| 2010 | Estadual de Minas Gerais | Deputado federal | PP | PP, PR, PPS, DEM e PSDB | 1.º | 102.573 | 1,09% | 32.º | Eleito | [10][11] | |
| 2014 | Estadual de Minas Gerais | Vez de Minas DEM, PSDB, PP, PR, PSD e SD |
1.º | 109.510 | 1,08% | 30.º | Eleito | [12] | |||
| 2018 | Estadual de Minas Gerais | Senador (1.º suplente) |
Reconstruir Minas PSDB, PSD, Solidariedade, PTB, PPS, PMN, PSC, DEM, PP, PTC, Patriota e PMB Titular: Rodrigo Pacheco (DEM) |
1.º | 3 616 864 | 20,49% | 1.º | Eleito (suplente) |
[13][14] | ||
Referências
- 1 2 3 4 5 6 Lucas Ragazzi (8 de outubro de 2026). «O primeiro discurso do novo senador por Minas Gerais, Renzo Braz». O Fator. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «História». Renzo Braz. Consultado em 21 de junho de 2013 [ligação inativa]
- ↑ Giulia Alecrim; Renata Souza (5 de junho de 2022). «Morre em Minas Gerais o prefeito mais idoso do Brasil». CNN Brasil. Consultado em 9 de outubro de 2026
- 1 2 Lucas Negrisoli (30 de janeiro de 2025). «Com Pacheco cotado para assumir ministério, suplente diz que está preparado para trabalhar por Minas». O Tempo. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «Biografia». Câmara dos Deputados. Consultado em 21 de junho de 2013. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2019
- ↑ «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». G1. 2 de agosto de 2017. Consultado em 11 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ Deutsche Welle (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Carta Capital. Consultado em 18 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 17 de novembro de 2025
- ↑ «Rodrigo Pacheco e Carlos Viana batem Dilma Rousseff e vão representar Minas no Senado». Agência Senado. 7 de outubro de 2018. Consultado em 23 de abril de 2023. Cópia arquivada em 24 de abril de 2024
- ↑ «Recém-empossado, Renzo Braz promete trabalhar pelo setor produtivo». Agência Senado. 7 de outubro de 2026. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «Apuração 1.º turno – Deputado Federal – Minas Gerais – Eleições 2010». G1. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais – Eleições 2010». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais – Eleições 2014». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais – Eleições 2018». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 9 de outubro de 2026
- ↑ «Resultado das Eleições 2018 – Minas Gerais – Senador». Gazeta do Povo. Consultado em 9 de outubro de 2026