A BID INVEST irá realizar um investimento de capital de até 10 milhões de dólares (51,3 milhões de reais) na Atis Group Latam para expandir e otimizar a infraestrutura compartilhada de torres de telecomunicações na Argentina, no Paraguai e no Uruguai. A operação visa facilitar o crescimento das redes móveis e melhorar a cobertura e a capacidade dos serviços nesses mercados. https://lnkd.in/d-euYHQC
BID INVEST investe até US$ 10 milhões na Atis Group Latam para expansão de torres de telecom na América do Sul
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Apesar de atrair grandes players internacionais por meio de programas de privatização e concessões, o setor de infraestrutura no Brasil enfrenta um déficit estrutural silencioso, como explica Karin Formigoni, presidente da Arcadis no Brasil. Dados do Banco Mundial indicam que um país precisa investir anualmente ao menos 3% do seu PIB apenas para manter a infraestrutura existente, sem considerar novas ampliações. No entanto, os aportes atuais no Brasil variam entre 2% e 2,3% do PIB, insuficiente até mesmo para conter o desgaste dos ativos operacionais. 📹 Confira um trecho do programa sob a apresentação de Carlos Marques. 📺 Parlatório Talks: toda segunda-feira, a partir das 20h. 🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais 🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562 🔷ONLINE: Site Times Brasil | YouTube 🔷Canais FAST: Samsung TV Plus, Canais LG, Canais TCL, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings #negócios #mercado #investimentos
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Abrir uma unidade é um projeto. Abrir várias exige processo, padronização e inteligência de implantação. É nesse momento que o gerenciamento de compras, mobiliário e equipamentos deixa de ser uma atividade operacional e passa a ter impacto direto na estratégia de expansão. A FUSI pode acompanhar essa jornada desde o projeto até a implantação, coordenando fornecedores, compras, cronogramas, entregas e montagem. Para redes em crescimento, o objetivo é claro: Ganhar escala sem perder controle, padrão e previsibilidade. É a experiência de quem conhece expansão de redes aplicada do projeto à operação. #FUSI #ExpansãoDeRedes #Varejo #Implantação
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O BNDES aprovou uma operação de R$ 54,8 milhões, com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), destinada a três iniciativas de expansão e melhoria das redes de telecomunicações em cerca de 63 municípios do Rio Grande do Sul. https://lnkd.in/d5cqWpks
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Minas Gerais será uma das frentes importantes do nosso próximo ciclo de expansão. A Zaaz Telecom vai investir aproximadamente R$ 34 milhões no Estado, com foco em Cambuquira e Maria da Fé. Serão cerca de 540 quilômetros de nova rede óptica, sendo 503 quilômetros de backbone e 37 quilômetros de rede de acesso. Esse investimento faz parte de um projeto maior, de R$ 157 milhões, viabilizado com recursos aprovados pelo BNDES e pelo Fust. Para mim, esse tipo de movimento mostra como infraestrutura e estratégia precisam caminhar juntas. Quando ampliamos backbone, capacidade de transporte e rede de acesso, não estamos apenas construindo fibra. Estamos criando condições para melhorar a qualidade dos serviços, ampliar cobertura e preparar a operação para crescer de forma mais eficiente. O financiamento também permite acelerar decisões que já faziam parte do nosso plano. Em vez de olhar expansão apenas pelo número de novas cidades ou novos clientes, buscamos regiões onde existe espaço para construir uma operação sustentável, com infraestrutura própria, capacidade de integração e potencial de desenvolvimento no médio e longo prazo. No projeto total, a expectativa é viabilizar até 19 mil novas conexões e ampliar a disponibilidade de internet de alta capacidade para cerca de 49,8 mil domicílios. Em regiões do interior, esse tipo de infraestrutura tem impacto direto sobre produtividade, educação, pequenos negócios e inclusão digital. Crescer com infraestrutura, disciplina de capital e capacidade de execução. Esse investimento em Minas Gerais é mais uma etapa dessa estratégia.
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Excelente iniciativa! A expansão do backbone em regiões estratégicas como Cambuquira e Maria da Fé é um passo fundamental para reduzir a latência e elevar o nível da conectividade no interior do estado. Acompanhando de perto o crescimento da infraestrutura de telecom aqui em Minas Gerais e os impactos positivos que isso traz para a produtividade regional. Cristiano SantanaCristiano Santana , Aqui em MG o trem próspera! 🚂 #zaaz #skybrasil Zaaz Telecom SKY Brasil
Founder da Zaaz Telecom e Chairman na BOAZ Corporações & Participações | Presidente do Conselho da Associação NEO
Minas Gerais será uma das frentes importantes do nosso próximo ciclo de expansão. A Zaaz Telecom vai investir aproximadamente R$ 34 milhões no Estado, com foco em Cambuquira e Maria da Fé. Serão cerca de 540 quilômetros de nova rede óptica, sendo 503 quilômetros de backbone e 37 quilômetros de rede de acesso. Esse investimento faz parte de um projeto maior, de R$ 157 milhões, viabilizado com recursos aprovados pelo BNDES e pelo Fust. Para mim, esse tipo de movimento mostra como infraestrutura e estratégia precisam caminhar juntas. Quando ampliamos backbone, capacidade de transporte e rede de acesso, não estamos apenas construindo fibra. Estamos criando condições para melhorar a qualidade dos serviços, ampliar cobertura e preparar a operação para crescer de forma mais eficiente. O financiamento também permite acelerar decisões que já faziam parte do nosso plano. Em vez de olhar expansão apenas pelo número de novas cidades ou novos clientes, buscamos regiões onde existe espaço para construir uma operação sustentável, com infraestrutura própria, capacidade de integração e potencial de desenvolvimento no médio e longo prazo. No projeto total, a expectativa é viabilizar até 19 mil novas conexões e ampliar a disponibilidade de internet de alta capacidade para cerca de 49,8 mil domicílios. Em regiões do interior, esse tipo de infraestrutura tem impacto direto sobre produtividade, educação, pequenos negócios e inclusão digital. Crescer com infraestrutura, disciplina de capital e capacidade de execução. Esse investimento em Minas Gerais é mais uma etapa dessa estratégia.
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Expansão Internacional de Rede por Meio da Ponte da Amizade Nem todo projeto de telecomunicações começa com a implantação da rede. Em muitos casos, o primeiro desafio é encontrar uma solução técnica que torne essa implantação possível. Foi esse o cenário da conexão internacional entre Foz do Iguaçu (Brasil) e o Paraguai, por meio da Ponte da Amizade. Por envolver uma estrutura binacional, área aduaneira e faixa de domínio federal, o desenvolvimento do projeto exigiu estudos em campo, alinhamentos com os órgãos competentes e um planejamento detalhado para definir a melhor alternativa de travessia da fibra óptica. A solução aproveitou a infraestrutura existente da ponte, utilizando trechos aéreos e subterrâneos para garantir uma implantação segura, com baixo impacto estrutural e em conformidade com as exigências técnicas e regulatórias. O resultado é um projeto que oferece ao cliente uma base sólida para expandir sua operação internacional, preservando a confiabilidade da rede e respeitando uma das estruturas logísticas mais importantes da fronteira entre Brasil e Paraguai. Na engenharia, cada detalhe faz diferença. É esse cuidado que transforma um desafio técnico em uma solução viável, segura e preparada para o futuro. #Engenharia #Telecomunicações #FibraÓptica #PonteDaAmizade #FaixaDeDomínio #Infraestrutura #Conectividade #Projetos #PianaTelecom
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IPG arranca em Portalegre para captar empresas do setor da defesa O novo Industrial Portugal Gateway (IPG), uma plataforma criada para apoiar a instalação de empresas da indústria da defesa, segurança, tecnologias de dupla utilização e indústria avançada em Portugal, será lançado esta sexta-feira, dia 25 de setembro, em Portalegre. De acordo com o IPG, em comunicado, o programa o projeto pretende funcionar como um polo para investidores nacionais e internacionais, acompanhando todo o processo de implantação industrial, desde a identificação de terrenos e licenciamento até ao arranque das operações. 👉 Saiba mais aqui: https://lnkd.in/ezQtdwh7 #pmemagazine #defesa #empresa
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M&A em infraestrutura recua no primeiro semestre, com portos e ferrovias em destaque O mercado de fusões e aquisições no setor de infraestrutura apresentou queda no primeiro semestre de 2026, com redução tanto no volume financeiro quanto no número de operações. No entanto, segmentos como portos, aeroportos e ferrovias se destacam como principais alvos de investidores, refletindo uma reorientação dos investimentos para ativos logísticos estratégicos e maior participação estrangeira. Leia a matéria completa no nosso site. https://lnkd.in/eadtx58c #FusoesEAquisicoes #Infraestrutura #Investimentos #PortosEFerrovias #MercadoJuridico
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No Brasil, a dinâmica de crescimento das TowerCos revelou uma assimetria que poucos discutem abertamente: as empresas que lideram o setor não são as que mais constroem, mas as que incorporaram integralmente sharings menores especializadas em fazer M&A acontecer. Há uma diferença sutil entre comprar ativos e comprar a capacidade de comprá-los bem. As líderes do mercado brasileiro entenderam que a vantagem competitiva não está no portfólio adquirido em si, mas na estrutura interna que torna cada aquisição repetível, padronizada e integrada com disciplina. Isso significa ter times dedicados a due diligence técnica, jurídica e operacional; processos de integração que não dependem de heróis individuais; e critérios claros para separar ativos que geram Tower Cash Flow daqueles que apenas inflam o número de sites. O texto que motivou esta reflexão levanta uma questão legítima: crescer comprando ou construindo? A resposta importa menos do que a pergunta sugere. Portfólios adquiridos carregam passivos ocultos, documentação incompleta, equipamentos no fim da vida útil e OPEX corretivo elevado. Ativos construídos organicamente nascem com padrões atuais, contratos conhecidos e previsibilidade de geração de caixa. Mas nenhuma TowerCo cresce só organicamente em um mercado que exige escala rápida. A questão real é como comprar sem herdar ineficiência. Aqui está o insight que o setor brasileiro ainda está processando: as empresas que incorporaram sharings especializadas em M&A não terceirizaram a função, internalizaram a competência. Fizeram isso porque descobriram que a capacidade de avaliar, precificar e integrar ativos é um ativo em si. Não se compra bem um portfólio sem saber construir um do zero. E não se constrói um portfólio relevante sem saber comprar com critério. O valor de uma TowerCo não está em quantas torres ela possui. Está na qualidade, na eficiência e na capacidade de geração de caixa de cada uma. As líderes brasileiras chegaram nessa conclusão pelo caminho mais difícil: incorporando quem sabia fazer M&A bem feito, em vez de aprender na prática com erros caros. Essa é a diferença entre crescer e crescer com valor.
Crescer comprando ou crescer construindo? No setor de TowerCos, o crescimento por M&A oferece uma vantagem evidente: escala imediata. Uma aquisição pode acrescentar centenas ou milhares de ativos ao portfólio em uma única operação. No entanto, quantidade não significa necessariamente qualidade. Portfólios adquiridos frequentemente reúnem infraestruturas construídas em diferentes épocas, com padrões técnicos distintos, documentação incompleta, contratos heterogêneos e equipamentos próximos do fim de sua vida útil. Isso pode exigir mais manutenção, reforços estruturais, regularizações e investimentos adicionais — elevando o OPEX e reduzindo parte dos ganhos inicialmente esperados. O crescimento orgânico segue outra lógica. Quando uma TowerCo constrói seus próprios ativos, sabe exatamente o que possui: conhece o projeto, os materiais, a capacidade estrutural, a documentação, os contratos e o histórico completo de cada site. Além disso, os ativos são desenvolvidos conforme a demanda real dos clientes, com padrões atuais e preparados para novas colocações. Isso tende a formar um portfólio mais jovem, eficiente e previsível, com menor necessidade de manutenção corretiva e maior potencial de geração de Tower Cash Flow ao longo do tempo. O M&A pode acelerar o tamanho. O crescimento orgânico, porém, permite construir qualidade, disciplina operacional e valor desde a origem. Na Nexus Telecom Brasil S.A., nosso crescimento não é apenas uma corrida por número de sites. Estamos formando uma base de ativos novos, contratados, tecnicamente conhecidos e preparados para acompanhar a evolução das redes. Porque, no fim, o valor de uma TowerCo não está apenas em quantas infraestruturas ela possui, mas na qualidade, na eficiência e na capacidade de geração de caixa de cada uma delas. Nexus — nós vamos além. 💙
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⚡ Capital estrangeiro concentra 60% do valor de M&As em energia no Brasil O capital internacional vem ocupando um espaço relevante nas operações de fusões e aquisições do setor de energia brasileiro. Entre julho de 2023 e junho de 2026, investidores estrangeiros responderam por 30,7% das aquisições de controle, mas concentraram 60% do valor divulgado dessas transações. O ticket médio também chama atenção: R$ 1,2 bilhão nas operações com compradores estrangeiros, contra pouco mais de R$ 200 milhões nas transações domésticas. Ao todo, foram 189 aquisições de controle no setor ao longo de 36 meses, com geração, transmissão e distribuição entre os segmentos de destaque. 🔗 Confira a matéria completa no site da IPESI: https://lnkd.in/dWuc5K-U #Energia #MergersAndAcquisitions #FusoesEAquisicoes #MAndA #Investimentos #CapitalEstrangeiro #Infraestrutura #SetorEnergetico #EnergiaNoBrasil #Mercado
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