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Observatório do Terceiro Setor

Observatório do Terceiro Setor

Atividades de associações de defesa de direitos sociais

São Paulo, SP 52.762 seguidores

Inspirando pessoas e organizações para a transformação social

Sobre nós

O Observatório do Terceiro Setor é uma agência brasileira de conteúdo multimídia com foco nas temáticas sociais e nos direitos humanos, no que o mundo precisa com urgência. Reúne plataformas de TV, de rádio e digitais para divulgar as boas práticas das organizações da sociedade civil. É o único veículo de comunicação dedicado a dar visibilidade aos trabalhos com impacto social. A sociedade civil hoje agrega mais de 815,6 mil entidades no Brasil e o objetivo do Observatório é disseminar conhecimentos, estimular o debate e aproximar as organizações para trocarem experiências, partilharem dificuldades e conquistas, e evoluírem em suas metas. Tem como missão editorial dar voz aos assuntos do universo social – seja nas áreas da educação, saúde, direitos humanos, cultura, meio ambiente, entre outras – que estão fora da pauta da imprensa tradicional. Mostrar os problemas, desafios, lacunas e soluções que podem ser replicadas e ganhar escala. Alinhado à agenda da sociedade civil, colabora para um país mais justo, solidário e sustentável.

Site
http://observatorio3setor.org.br
Setor
Atividades de associações de defesa de direitos sociais
Tamanho da empresa
2-10 funcionários
Sede
São Paulo, SP
Tipo
Sem fins lucrativos
Fundada em
2013
Especializações
Comunicação, Terceiro Setor, ONGS, Ação social, MIROSC, Edital, projeto, cursos gratuitos, palestras, 3º setor, parcerias, Ocips, direitos humanos e 2 e meio

Localidades

Funcionários da Observatório do Terceiro Setor

Atualizações

  • O impacto social começa no indivíduo — mas só se sustenta no coletivo. No novo artigo da coluna Diálogos sobre Filantropia, Custodio Pereira apresenta um ponto central para o setor: gestos individuais são poderosos, mas ganham escala quando se conectam em rede. Ao trazer exemplos históricos e iniciativas atuais, o texto evidencia que a filantropia mais efetiva não está apenas na intenção, mas na capacidade de articulação, continuidade e mobilização coletiva. Programas como o Filantropia na Cidade reforçam esse caminho, ao transformar boa vontade em ação estruturada e impacto mensurável. 👉 A reflexão é direta: não se trata apenas de ajudar — mas de fazer parte de algo maior. #Observatorio3Setor #Observadores #Filantropia #ImpactoSocial #TerceiroSetor #Voluntariado #Cidadania #Engajamento

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  • O avanço da Inteligência Artificial tem redefinido o ecossistema da informação, trazendo ganhos, mas também desafios significativos. 🚨O crescimento de conteúdos manipulados, como deepfakes, evidencia um cenário preocupante, especialmente em contextos eleitorais. A desinformação digital não apenas compromete o acesso à informação de qualidade, como também representa um risco concreto para a democracia e para a tomada de decisões informadas. Nesse contexto, fortalecer a educação midiática, o pensamento crítico e a checagem de fatos torna-se essencial. Informação confiável é um ativo estratégico para o presente e o futuro. 👉Leia a matéria completa no site do Observatório! #FakeNews #Desinformação #IA #Democracia #EducaçãoMidiática #InteligênciaArtificial #Cidadania

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  • Iniciativa do Terceiro Setor estimula empresas a comprometerem pelo menos 1% de seus lucros líquidos anuais para organizações da sociedade civil (OSCs). Criada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS - Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social) e o Instituto MOL, o Compromisso 1% já conta com diversos signatários importantes. Em entrevista ao Observatório do Terceiro Setor, Bruna da Silva Lima, a Head de Inovação e Impacto Socioambiental na RD Saúde, falou sobre a adesão da empresa à essa iniciativa de Investimento Social Privado. “A RD acredita muito no engajamento e na cultura de doação. O compromisso 1% vem para formalizar isso e, de certa forma, ajudar a disseminar a palavra, incentivando outras organizações e empresas a também aderirem.” ✅Acesse o site do Observatório para saber mais! https://lnkd.in/d6U397cB #Observatorio3setor #Compromisso1% #IDIS #InstitutoMol #RDSaúde #InvestimentoSocialPrivado

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  • A pobreza pode impactar o desenvolvimento de bebês já nos primeiros meses de vida, e os efeitos podem acompanhar essas crianças ao longo de toda a vida. Esse é o tema do novo episódio do Brasil ODS, apresentado por Joel Scala. O programa recebe a pesquisadora Carolina Fioroni e Sofia Rebehy, coordenadora de projetos de impacto social, para discutir como a vulnerabilidade socioeconômica influencia o desenvolvimento infantil, os principais achados de uma pesquisa inédita no Brasil e os desafios de acesso à saúde e a políticas públicas. O episódio vai ao ar às quintas-feiras, às 15h, na Rádio Brasil de Fato 98,9 FM. #BrasilODS #ObservatorioDoTerceiroSetor #PrimeiraInfancia #DesigualdadeSocial #SaudePublica #DesenvolvimentoInfantil #ODS3 #ODS10 #Agenda2030 #PoliticasPublicas

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  • A ampliação dos diagnósticos em saúde mental está em debate: estamos mais doentes ou estamos diagnosticando mais? No novo episódio do Olhar da Cidadania, Joel Scala conversa com a psicanalista Mariana Desenzi sobre o avanço da medicalização da vida e a transformação de experiências humanas em transtornos psicopatológicos. O episódio propõe uma reflexão crítica sobre o aumento dos diagnósticos, os impactos na saúde pública e os desafios para garantir cuidado a quem realmente precisa. O episódio vai ao ar hoje 23-04 quinta-feira, às 13h30, na Rádio USP Ouça também pelo site do Observatório do Terceiro Setor #SaúdeMental #MedicalizaçãoDaVida #Psicanálise #olhardacidadania

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  • Já está disponível a sétima entrevista da 6ª temporada da série “Gentileza e Generosidade: O Poder dos Jovens”. Nesta quinta-feira (23/04), Marina Pechlivanis recebe Marina Rafaelly, adolescente do interior de Pernambuco e bolsista do Instituto Dom de Deus, que construiu sua trajetória pela educação publica e apoio de iniciativas sociais. Em sua sexta edição, a série é fruto de uma parceria entre o Observatório do Terceiro Setor e a @Plataforma de Educação para Gentileza e Generosidade. 👉Assista essa conversa inspiradora, já disponível no portal do Observatório e em nosso YouTube: https://lnkd.in/djQpWKrq . #poderdosjovens #jovens #inspiracao #gentilezaegenerosidade #observatorio3setor

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  • Entre a intenção e a ação, existe um vazio. No ambiente digital, expressar empatia nunca foi tão simples. O desafio está em transformar esse movimento em compromisso real. No novo artigo da coluna Educação para Gentileza e Generosidade, Marina Pechlivanis discute como a empatia tem sido, muitas vezes, reduzida a interações rápidas — que geram reconhecimento social, mas nem sempre resultam em impacto concreto. O texto traz um ponto central para o terceiro setor e para a sociedade: não basta sensibilizar — é preciso criar condições para que a emoção se traduza em ação. 🔗 Leia o artigo completo! https://lnkd.in/d3BYbRY9 ✍️ Marina Pechlivanis Coluna Educação para Gentileza e Generosidade: Educação do futuro #Observatorio3Setor #Observadores #Empatia #ImpactoSocial #Cidadania #Engajamento #TransformaçãoSocial #TerceiroSetor #Educação

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  • Ao longo da história, diversas mulheres foram rotuladas como “subversivas” por desafiarem normas sociais, políticas e culturais. Muitas vezes cunhado de forma pejorativa, esse termo tem sido utilizado para simbolizar a contra ameaça a autoridades ou normas estabelecidas. Para falar sobre esse fenômeno, o Olhar da Cidadania recebeu a historiadora Maria Luiza Tucci, uma das autoras e organizadora do livro ‘Mulheres Subversivas, dentro e fora da ordem: séculos XVIII ao XX. Vols. 1 e 2.’. Essa coletânea é dedicada às histórias de mulheres de diferentes tempos e espaços, protagonistas de atitudes inspiradoras e rebeldes que ajudaram a reconstruir o mundo. ✅Acesse o site do Observatório para ler a matéria completa! https://lnkd.in/dq6vfYnk #Observatório3setor #MulheresSubversivas #IgualdadedeGênero #OlhardaCidadania

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  • “A pobreza já afeta o desenvolvimento dos bebês antes mesmo de completarem seis meses de vida. Essa é a conclusão do primeiro estudo brasileiro a investigar mês a mês a quantidade e a qualidade do desenvolvimento motor de bebês em situação de vulnerabilidade socioeconômica. 📌 O que o estudo mostrou? Conduzido por pesquisadores da UFSCar com 88 bebês dos três aos oito meses, o estudo identificou que crianças expostas à pobreza alcançam marcos motores mais tarde — como agarrar objetos, virar e sentar — e apresentam menor diversidade de movimentos, repetindo sempre a mesma estratégia. Atrasos motores leves no primeiro ano de vida podem influenciar o desenvolvimento global e se associar a problemas comportamentais na idade escolar, incluindo TDAH e transtornos da coordenação. 📌 A boa notícia? Aos oito meses, os atrasos já não eram mais significativos. A melhora foi atribuída ao engajamento das mães com orientações simples recebidas durante as visitas: períodos de “tummy time” (barriga para baixo), estímulos com papel amassado, conversas e canções. 📅 Quinta, 23.04 às 15h — Rádio Brasil de Fato 💻 Portal do Observatório do Terceiro Setor 🔗 Link na bio para o estudo completo 💬 Você sabia que a pobreza afeta o desenvolvimento dos bebês já nos primeiros meses de vida? Conta nos comentários. ❤️ #BrasilODS #ODS3 #ODS10 #DesenvolvimentoInfantil #PrimeiraInfância #Pobreza #DesigualdadeSocial

  • Nos Estados Unidos, 46% da população já recebeu algum diagnóstico de transtorno mental. No Brasil, os atendimentos em saúde mental no SUS cresceram 20% entre 2023 e 2025. Episódios depressivos maiores subiram de 28,8% para 38,4% dos adultos entre 2021 e 2023. Esses números revelam uma crise real de saúde mental? Ou revelam algo mais profundo — uma crise no modo como estamos diagnosticando? 📌 O que é medicalização da vida? Medicalizar a vida significa transformar um problema coletivo em um problema pessoal. O sofrimento e a tristeza, sentimentos comuns gerados pelo modo como a sociedade se organiza, estão sendo transformados em problemas médicos. Um exemplo: se uma criança tem dificuldade de aprendizado, ela é rapidamente diagnosticada com TDAH. Muitas vezes, o problema está na política educacional do país — não na criança. 📌 O que mudou nos diagnósticos? O DSM-II, de 1968, tinha 182 categorias. O DSM-5 ampliou drasticamente esse número e passou a incluir como possíveis patologias: problemas de relacionamento, pobreza extrema, discriminação social e não aderência ao tratamento médico. O autismo estava presente em 0,5% da população. Hoje se fala em 1 caso a cada 84 pessoas. 📻 Quinta, 23.04 às 13h30 — Rádio USP São Paulo: 93,7 FM | Ribeirão Preto: 107,9 FM 💻 Portal do Observatório do Terceiro Setor 💬 Você acha que estamos vivendo uma epidemia de transtornos mentais ou uma epidemia de diagnósticos? Conta nos comentários. 🧡 #OlharDaCidadania #SaúdeMental #Medicalização #TDAH

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