Potengi
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Potengi | |
|---|---|
| Hino | |
| Gentílico | potenjiense[1] |
![]() | |
| Coordenadas: 7° 05′ 27″ S, 40° 01′ 37″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Ceará |
| Municípios limítrofes | ao Leste o município de Santana do Cariri, ao Oeste os municípios de Campos Sales e Salitre, ao Norte o município de Assaré e ao Sul município de Araripe |
| Distância até a capital | 485 km |
| Fundação | 4 de setembro de 1957 (69 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Francisco Edson Veriato da Silva[2] (PT, 2021–2024) |
| Área | |
| • Total [3] | 338,723 km² |
| Altitude | 557 m |
| População | |
| • Total (IBGE/2010[4]) | 11 045 hab. |
| Densidade | 32,6 hab./km² |
| Clima | Tropical quente semi-árido brando |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| IDH (PNUD/2000 [5]) | 0,596 — baixo |
| PIB (IBGE/2008[6]) | R$ 31 657,654 mil |
| • Per capita (IBGE/2008[6]) | R$ 3 147,51 |
| Sítio | potengi.ce.gov.br (Prefeitura) |
Potengi[nota 1][nota 2] é um município brasileiro do estado do Ceará. Sua população estimada pelo IBGE 2021 foi de 11.165 habitantes. O município separou-se da vizinha Araripe no início do século XX. O responsável pela emancipação do município foi o seu primeiro prefeito, Luiz Gonzaga de Figueiredo.
Geografia
[editar | editar código]Demografia
[editar | editar código]- População estimada (IBGE 2013): 10.651 habitantes
- População estimada (1010): 10.276 habitantes
- População estimada (2009): 10.144 habitantes
- População (2007): 9.670 habitantes
- População urbana (2007) 41,03%
- População rural (2007): 58,97%
- Densidade demográfica (2008): 29,01 hab/km²
- Domicílios (censo 2007): 3.330
- Serviço de água (urbano-2007): 94,02%
- Esgoto (urbano-2007): 0%
- Serviço de água (rural-2007): 21,04%
- Energia Elétrica (clientes-2008): 3.248
- Linhas Telefônicas fixas (2007): 584
- Telefonia Móvel (Celulares) 0%
Hidrografia
[editar | editar código]- Ribeirão Quinqueleré
Rodovias
[editar | editar código]Administração
[editar | editar código]Prefeitos
[editar | editar código]Os registros consultados constam que Luiz Gonzaga de Figueiredo foi um grande lutador pela emancipação do município e foi o seu primeiro prefeito, inclusive, governou Potengi por dois mandatos. Veja a lista dos nomes dos que governaram o município.
- 1958 a 1962 - Luiz Gonzaga de Figueirêdo (PSD)
- 1963 a 1966 - José Alves Batista (PSD)
- 1967 a 1970 - Luiz Gonzaga de Figueirêdo (PSD) -
- 1971 a 1972 - José Edvaldo de Sousa (Zétiburcio) (Arena)
- 1973 a 1976 - Celésio Brilhante de Alencar (Arena 2)
- 1977 a 1982 - Antônio Alves Rodrigues (Toim) (Arena 1)
- 1983 a 1988 - Antônio Rivaldo Rodrigues (PFL)
- 1989 a 13 de outubro de 1991 - José Edmilson Rocha (PMDB/PFL
- 13 de outubro de 1991 a 1992 - Francisco Rodrigues da Fonseca PMDB/PFL
- 1993 a 1996 - José da Rocha Forte (PSDB)
- 1997 a 2000 - Antônio Rivaldo Rodrigues (PFL)
- 2000 a 2004- Francisco Luiz Rodrigues Mendes de Souza (PTB)
- 2004 a 2008-Francisco Luiz Rodrigues Mendes de Souza (PSDB)
- 2009 a 2012 - Samuel Carlos Tenório Alves Alencar (PC do B)
- 2013 a 2016 - Samuel Carlos Tenório Alves Alencar (PC do B
- 2017 a 2020 - Antonia Alizadra Gomes dos Santos Rodrigues (PT)
- 2021 a 13 de julho de 2024 - Francisco Edson Veriato Da Silva (PT)[2]
- 13 de julho de 2024 - presente - Humberto dos Barreiros (PP)
História
[editar | editar código]A localidade foi desmembrada do município de Araripe, chamando-se primitivamente "Xique-Xique". Depois, com a divisão territorial datada de 1 de julho de 1955, o distrito, já denominado "Ibitiara", figura no município de Araripe.
Suas origens remontam ao século XIX, quando, entre outros agricultores, aí se estabeleceu Manuel Monteiro. Sua evolução à categoria de Vila Xique-Xique provém de ato governamental de 22 de novembro de 1913. As primeiras manifestações de apoio eclesial contam de doação do respectivo patrimônio e edificação pela qual se tem como responsável o pioneiro Manuel Monteiro.
Outro pioneiro que chegou à Vila de Xique-Xique, já no segundo quartel do século XX, foi Augusto Ulisses Alencar. Instalou-se na localidade denominada "Mata Fresca". Nessa propriedade, cultivou algodão, milho, feijão e arroz; criou bovinos, ovinos e caprinos, além de ter sido um dos maiores compradores de algodão do município e adjacências. Por conseguinte, foi um dos precursores do crescimento agropecuário do município. Na propriedade Mata Fresca, depois da sua morte, o município construiu uma pequena escola com seu nome.
A Vila de Xique-Xique foi elevada à categoria de município com a denominação de "Potengi" pela lei estadual n.º 3786, de 4 de setembro de 1957. Constituído por dois distritos, Potengi e Barreiros, criados por esta mesma lei estadual. Instalado em 25 de março do ano 1959.
Potengi é conhecida como "a cidade que não dorme", devido à grande quantidade de ferreiros. Como a metalurgia produz muito calor, os ferreiros começam a trabalhar sempre depois da meia-noite, na confecção das peças de metal (foices, facas e etc.). As batidas provocam um barulho que somente silencia ao raiar do dia. A maior parte do que é produzido é vendida no comércio local, e exportada para outras cidades do Ceará, Piauí e Maranhão.
Igreja de Potengi / Paroquia de São José
[editar | editar código]No início do século XVIII, os sertanejos, que passavam pelo território riscado pelos riachos Brejinho e São Miguel, começaram a se fixar devido a fisiografia propícia à agricultura.
Ao longo do século, famílias se estabeleceram na localidade, em destaque a família Guedes Alcoforado, e, com elas, as atividades religiosas. Logo, denominou-se o primeiro nome para a vila: Xique-Xique - planta altamente produtiva e abundante em seu solo.
Em 1895, em deriva da crescente expansão agrícola, foi criada a feira municipal, na localidade da vila “Fulgêncio” - anteriormente habitada por índios Kariri -. Francisco Guedes e Manoel Monteiro concordaram em mudar a feira à volta da lagoa também denominada como Xique-Xique, onde hoje se encontra a praça 4 de setembro, local de início da urbanização municipal.
As missas eram rezadas em casas da pequena vila, em destaque as casas de Manoel Monteiro e Francisco Guedes, por padres de outros municípios, principalmente, os párocos de Araripe, anteriormente a emancipação política de Potengi. As atividades religiosas eram ministradas pela Paroquia de Santo Antônio de Araripe, com apoio das religiosas: Maria Loiola de Alencar Filha e a professora Carmelita Menezes.
O povoado foi crescendo juntamente com a construção da capela de São José, entre 1898 a 1901, uma capela simples, pequena, em paralelo a onde atualmente é a sacristia da Igreja de São José. (-7.0913569, -40.0276214)
Em 1902, foi rezada a primeira missa da Capela de São José pelo Padre Cícero Romão Batista, convidado para benzer e oficiar a capela. Igualmente, trouxe uma escultura de São José, esposo da Virgem Maria, ao qual viria a tornar-se padroeiro de Potengi.
Segundo relatos, em uma de suas visitas, Padre Cícero se deslocou pelo caminho do sítios Escondido e Baixio do Facundo e ocorreu o acidente da quebra de uma escultura religiosa.
Tempos após, com a ajuda de Maria Mendes Rodrigues e Dorinha Saraiva, foi criado o Apostolado da oração, em 13 de junho de 1930 tendo como 1° presidente a senhora Antônia Guedes Marrocos, quando tinha sob direção o reverendíssimo Padre Baldomiro Rodrigues e Emídio Lemos, respectivamente.
Um fato interessante da capela foi a deteriorização após a celebração de frade advindo de outro município. Isso motivou a construção da atual igreja. Em setembro de 1957, Potengi desmembrou-se de Araripe.
Durante missão , o célebre Frei Damião visitou Potengi. Foi recebido com clamor por uma multidão de fiéis, e ordenou a mudança da feira municipal no dia de domingo para a sexta feira.
A construção da atual igreja ocorreu nos anos 60, com apoio intrínseco da comunidade local que se mobilizou a arrecadar dinheiro para a construção. O processo foi administrado por Luiz Gonzaga de Figueiredo, primeiro prefeito da cidade. Os tijolos foram feitos por Zé Né, ao qual trouxe-os carregados a jumento.
Em 15 de março de 1981, ocorreu a criação da Paróquia de São José do Potengi, foi instalado oficialmente pelo bispo Dom Vicente Matos e o bispo Dom Milton Gurgel. Seu primeiro vigário, o padre Antônio Hondovilha, sacerdote jesuíta argentino, que foi radicado no Brasil. Os bispos foram recepcionados festivamente pelo povo na entrada da cidade, dirigindo-se a casa paroquial de onde saiu em cortejo para a matriz. Desmembrando-se, assim, da sobredita paróquia de Santo Antônio do Araripe, pela consideração de muito especialmente as necessidades espirituais da população de Potengi sobre modo aumentada, a ponto de ser constituído o município e depois de terem ouvido o Conselho Consultivo Diocesano.
Ao tomar posse, o vigário Padre Antônio Hondovilha, primeiro vigário da Paróquia de São José do Potengi, direcionou mensagens ao povo potengiense, afirmando que desejava fazer de Potengi "uma paróquia-modelo, galgada nos princípios de fé, oração e caridade", conclamando para isso todo povo, que confirmou o desejo do seu ao vigário. Agradeceu sensibilizando todo o apoio recebido pelo povo de Potengi. O ex-prefeito líder da comunidade Luiz Gonzaga de Figueiredo, afirmando que "a instalação da Paróquia de São José, antiga e justa aspiração de Potengi, constitui o maior acontecimento socio-religioso em sua terra" - costurou uma grande graça pela média do padroeiro São José e destacou o empenho do bispo diocesano Dom Vicente Matos.
O distrito de Aratama, pertencente a Assaré, participou do território da Paróquia de São José do Potengi.
- Lista de padres:*
• Emídio Lemos • Baldomiro Rodrigues • Raimundo Araújo • Antônio Hondovilha • Joaquim Ivo • José Adelino • Cícero Adauto • Paulo Francisco • Batista Cruz • Bozano Lima • Almir França • Francisco Jacinto • Valdenio Ferreira • Orlando Tavares • Manoel Alves • Ronaldo do Nascimento • Cícero Cabloco • Sebastião Bandeira • Tales Eduardo
Comunidade Quilombola do Sítio Carcará
[editar | editar código]A origem da comunidade está na Fazenda Inficado, no distrito de Genezaré, em Assaré. A propriedade pertencia a Gonçalo Batista Vieira, o Barão de Aquiraz, um dos maiores escravizadores do Ceará no século XIX. Os moradores contam que seus antepassados viveram no Casarão do Inficado, uma casa de paredes largas, estrutura de cedro e 72 portas. Ali, gerações de homens e mulheres negras enfrentaram trabalhos forçados e maus-tratos, lembrados ainda hoje pelos mais velhos.
Depois de anos de opressão, as famílias Marçal e Cruz fugiram e se embrenharam numa mata fechada, de relevo acidentado. O isolamento geográfico protegeu os fugitivos e transformou o lugar em espaço de resistência. Foi ali que ergueram, a duras penas, a comunidade. Com o tempo, as duas famílias se uniram por casamentos e deram origem a sobrenomes como Vieira, Alves, Fernandes e Fidélis. A pesquisa histórica registra também a forte ascendência indígena do grupo, visível nas feições das pessoas e na dança do Toré.
Para os moradores, o antigo casarão é o "ponto histórico do Carcará", embora esteja nos limites do município vizinho de Assaré. Os líderes contam que ainda existem ali troncos onde pessoas escravizadas eram amarradas, correntes e a antiga senzala, construída no centro da propriedade com teto alto e redondo. Esses vestígios funcionam como um arquivo vivo, e muitos descendentes se emocionam ao visitá-lo.
Entre as lembranças mais fortes da comunidade está a história das irmãs gêmeas Nazara e Fabiana Marçal. Conta-se que elas fugiram da casa-grande com a mãe para escapar dos castigos do Barão e atravessaram a mata. Exaustas, famintas e sem água, morreram uma após a outra perto de um riacho que hoje leva seus nomes. No local, os moradores ergueram duas cruzes de pedra, a "Cruz da Nazara e Fabiana", símbolo de luta que atravessa as gerações. Os estudiosos veem nessa narrativa um exemplo de memória herdada, aquela que passa de pais para filhos e mantém viva a experiência de quem veio antes.
A consolidação do Carcará como povo quilombola foi lenta. Durante muito tempo, o medo e o preconceito da sociedade fizeram com que os próprios moradores evitassem falar de suas raízes. Uma sociedade de padrões eurocêntricos pode levar as pessoas a recusar a própria imagem, e o Carcará conheceu bem esse peso. Das cerca de 130 famílias, 18 ainda não assumem a identidade quilombola, e o líder comunitário atribui isso ao "não querer ser negro". Os moradores falam informalmente de um "Carcará dos negros" e de um "Carcará dos brancos", ou, em tom mais duro, de "pobres" e "ricos", divisão que carrega décadas de ideologia de branqueamento.
A virada veio com a organização política. Em 15 de fevereiro de 2009, os moradores se reuniram na capela local, com lideranças da Federação de Associações do município, e fundaram a Associação dos Remanescentes Quilombolas do Sítio Carcará. A afirmação do povo ganhou força nas trocas com comunidades vizinhas, como a Lagoa dos Crioulos, em Salitre, e na retomada de práticas que estavam em desuso, entre elas o Toré. Em 2013, a Fundação Cultural Palmares reconheceu oficialmente a comunidade, por meio da Portaria nº 109/2013. Os moradores reivindicam ainda o nome Carcará no lugar do registro oficial, Sítio Caracarás.
A guardiã mais conhecida dessa tradição é Antônia Vieira da Silva Carvalho, a Mestre Bizunga. Ela aprendeu o Coco do Toré com as gerações anteriores, ainda criança, nas rodas noturnas dos terreiros. Ao perceber que a prática corria o risco de desaparecer, passou a retomá-la e hoje forma crianças e jovens. Em 2017, o grupo reunia cerca de quinze mulheres e cinco pré-adolescentes, e já se apresentou em festivais regionais, como os do Centro Cultural do Cariri.
A dança começa com as integrantes de mãos dadas em círculo, entoando uma música ou um dos muitos versos que conhecem, ao som de pífano, zabumba e triângulo. As roupas coloridas, de estampas vibrantes, expressam a alegria de dançar e cantar. Muitas das dançadeiras são mães e donas de casa, e ensinam a dança a filhos, parentes e amigos. Elas funcionam como professoras da tradição oral, e a roda se tornou espaço de afirmação de identidade, onde as crianças já dançam.
Em 2012, a pedido da associação quilombola, foi criada a Escola Maria Virgem da Silva, que homenageia uma rezadeira, filha de Joana de Couro, que ensinava o toré. A escola atende também estudantes de comunidades vizinhas. Na prática, porém, o currículo segue o padrão das escolas regulares, e os materiais didáticos ignoram a realidade afrodescendente local. A comunidade e os pesquisadores defendem uma pedagogia de quilombo, que leve para a sala de aula a história do Carcará e o saber das dançadeiras e dos pifeiros, com formação contínua dos professores.
A história do Carcará reúne sofrimento herdado e resistência construída dia após dia. Da fuga da Fazenda Inficado à luta atual pela titulação, passando pela lenda das irmãs Nazara e Fabiana e pela retomada da Dança do Toré, a identidade quilombola do povo segue em permanente construção, entre memória, conflito, negação e reafirmação. Como lembra Beatriz Nascimento, o quilombo continua existindo depois da abolição, como permanência de ser e como organização social. A permanência na terra é o que garante a continuidade dessa memória viva às próximas gerações.
Saúde
[editar | editar código]- Hospitais (2007): 0
- Leitos por hab/ano (2007): 1,8
- Transferências do SUS hab/ano (2007): R$ 83
- Cobertura Saúde da família (2007): 45,9%
- Taxa de mortalidade Infantil (2007): 32,4
Cultura
[editar | editar código]- Meios de comunicação social: Rádio Comunitária Zumbi dos Palmares FM na frequência de 104.9 MHz e cobertura por Rádio AM da vizinha cidade Campos Sales.
- Padroeiro: São José.
- Equipamentos culturais: uma biblioteca e um auditório.
- Dias de Reis com apresentação de Caretas do Mestre Antônio Luiz
- Potengi Junino
- Quadrilha Raio de Sol
- Banda de Música Municipal
- Museu de Pássaro
- Mestre Françuli
- Mestre Antônio Luiz
Política
[editar | editar código]- Eleitores (2009): 7.032
- Perfil dos eleitores (2009): Masculino: 3.396 / Feminino: 3.628 / Não informado: 8
Fotos de logradouros
[editar | editar código]- Fórum Dr. Luiz Rodrigues Neto
- Praça José Alves Batista
- Colégio Luiza Mendes
- Casarão Antigo
Fonte de pesquisa
[editar | editar código]Arquivo público e depoimentos de cidadãos idosos do município. Anuário do Ceará, edição 2009/2010, página 188, publicação do IPECE - Instituto de Pesquisa Estratégia Econômica do Ceará. TRE – Tribunal Regional Eleitoral do estado do Ceará.
Notas
- ↑
- ↑ Prescreve-se o uso da letra "j" para palavras de origem tupi. O nome vem do tupi Rio dos Camarões (referindo-se ao rio Potenji). Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para Potengy, Potengi e finalmente para Potenji.
Referências
- ↑ Conforme Houaiss, Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (ABL) e Aurélio.
- 1 2 «Morre Edson Veriato, prefeito de Potengi, no Ceará». G1 Ceará. 13 de julho de 2024. Consultado em 14 de julho de 2024
- ↑ IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010
- ↑ «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010
- ↑ «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 [ligação inativa]
- 1 2 «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010



